Encontrar o carbono
de cada compra —
em segundos.
Um trabalho que era feito à mão, linha por linha, virou uma pergunta que o banco de dados responde sozinho.
O trabalho
que a Planton faz
Inventário de carbono (Escopo 3): quanto CO₂ cada compra de uma empresa gera.
A empresa compra
Resina, papelão, soda cáustica, energia, frete. Milhares de linhas numa planilha do ERP — tudo em português.
Cada item ganha um fator
Um analista acha o item equivalente numa base científica internacional — a ecoinvent, que está em inglês.
Sai a emissão
Quantidade × fator = kgCO₂eq. Mais o nível de confiança: o quanto se pode acreditar naquele número.
Resultado esperado · fator em kgCO₂eq · nível de confiança · explicação em português
Item por item.
Na mão.
Duas línguas, dois vocabulários, nenhuma ponte automática. São milhares de linhas por inventário — cada uma pesquisada, decidida e justificada por uma pessoa.
Planilha de compras — em português
Base de fatores — em inglês
O nome que sai do ERP não é o nome do catálogo científico: tem código de fornecedor no meio, abreviação, acento faltando. É lento, cansativo e difícil de auditar — duas pessoas podem escolher itens diferentes para a mesma compra.
A busca comum
compara letras.
Não o que as palavras querem dizer.
Mesma substância. Nenhuma palavra em comum. Para um computador que procura por letra, são dois textos que não têm nada a ver.
medido na base de teste
O mesmo produto aparece com nomes diferentes, em idiomas diferentes, com ou sem acento. Comparar letras não resolve. É preciso comparar significado.
Até aqui
O problema
era da Planton.
Conhecimento de carbono, catálogo, critério de confiança — tudo isso já existia. Faltava a ponte entre o que a empresa compra e o que a ciência mede.
A partir daqui
A Nimbus
construiu a ponte.
Busca por significado rodando dentro do Oracle Autonomous Database — junto do dado de negócio, sem mandar nada para fora.
A solução · conceito
O que é busca semântica
Em vez de comparar letras, o sistema compara significado.
Um modelo de IA lê cada texto e o transforma em um ponto num mapa. Esse ponto se chama embedding.
Textos que significam a mesma coisa ficam perto um do outro nesse mapa — mesmo escritos em idiomas diferentes.
Buscar vira uma pergunta simples: quais pontos estão mais perto deste aqui?
O MAPA DE SIGNIFICADOS
Perto = mesmo significado. Longe = coisas diferentes.
A solução · como funciona
Uma escada de quatro degraus
Cada degrau só é usado se o anterior não resolveu. A maioria dos itens para nos dois primeiros — que não custam nada.
Já respondemos isso antes?
Itens já revisados por um analista voltam da memória.
Modelo próprio da Planton
Treinado com o catálogo da Planton, rodando dentro do banco Oracle. Resolve os casos claros.
IA generativa decide os duvidosos
Interpreta o nome do produto, reordena os candidatos e classifica a confiança.
Resgate para casos raros
Um modelo com conhecimento mais profundo de produtos comerciais entra só quando nada resolveu.
A solução · Oracle Cloud
O conhecimento mora dentro do banco
Antes, cada consulta pagava uma IA externa para traduzir do português para o inglês. Agora essa tradução vive no Oracle Autonomous Database.
AUTONOMOUS DATABASE
A busca por significado virou um comando SQL, ao lado do dado que já estava ali.
A solução · treinamento
Como o modelo aprendeu a língua da Planton
Pegamos um modelo multilíngue pronto e o treinamos com exemplos do próprio catálogo.
Cada par junta o nome como aparece no ERP e uma frase natural com o mesmo sentido, gerados a partir do catálogo.
O ajuste é rápido. Dá para re-treinar sempre que o catálogo mudar ou as revisões dos analistas acumularem.
“SODA CAUSTICA” e “SODA CÁUSTICA” levam ao mesmo resultado. Erro de digitação não derruba a busca.
O modelo vive no Autonomous Database, junto do dado de negócio — sem servidor de IA à parte.
A solução · resultados medidos
Os números
Base de demonstração, 20 consultas reais. Acerto = o primeiro resultado já era o certo.
| Método | Acerto | Tempo | Custo por consulta |
|---|---|---|---|
| Busca por palavra (LIKE) | 0% | 19 ms | quase zero |
| Embedding genérico em inglês, no banco | 67% | 60 ms | zero |
| Embedding multilíngue, no banco | 92% | 30 ms | zero |
| Modelo Planton treinado, no banco | 100% | ~35 ms | zero |
| Pipeline anterior (IA externa, 2 chamadas por consulta) | 92–96% | ~1 s | pago sempre |
O que muda
para quem usa
Quatro efeitos práticos do sistema em produção.
O analista revisa, não pesquisa
O sistema já chega com o item equivalente escolhido. A pessoa confere e decide — em vez de garimpar linha por linha.
Cada resposta diz o quanto confiar
A confiança só é Alta quando quatro checagens passam: nome específico, similaridade forte, confirmação exata e nada inferido.
O sistema aprende com o uso
Quando o analista marca ok ou não ok, isso vira memória e novo exemplo de treino. Item igual responde na hora; item parecido melhora o modelo.
O dado fica onde já estava
Tudo acontece dentro da Oracle Cloud da Planton. Nenhuma consulta comum passa por serviço externo.
Demonstração
Quer ver funcionando?
Na demo você digita o nome de um item e compara três motores de busca lado a lado, ao vivo. A base usada é fictícia, com 1.000 materiais.
Klaos Lacerda
Nimbus Network
Diego Assis Brasil
Nimbus Network